Giacobo intercede e Ponte Ayrton Senna sai do governo do PR e vai para DNIT

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Giacobo intercede e Ponte Ayrton Senna sai do governo do PR e vai para DNIT

A Ponte Ayrton Senna em Guaíra (PR) foi construída na rodovia federal (BR-163) pelo Governo do Paraná e inaugurada em dezembro de 1997. Em 98, por meio de um convênio, a União delegou ao governo estadual a administração que deveria ter validade até 2023, o estado do Paraná chegou, inclusive, a cobrar pedágio por um período.
Em 2011, o governo do Paraná solicitou ao Ministério dos Transportes que a manutenção da Ponte fosse assumida pelo DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes. O Pedido foi reiterado pela sociedade local durante visita do Ministro Antonio Carlos Rodrigues.
O Deputado Giacobo (PR/PR) em audiência no Ministério dos Transportes solicitou que este processo de transferência fosse concluído e já recebeu a resposta de que nos próximos dias será assinado o Termo de Entrega e Recebimento pelo Governo Federal (Ministério dos Transportes e DNIT) e pelo Governo do Paraná. Após esta assinatura, a responsabilidade pela ponte em Guaíra será transferida para o DNIT, que já fez diagnóstico de condições com o Departamento de Estradas e Rodagens do Paraná (DER/PR). ” O DNIT tem condições de fazer os reparos necessários e a manutenção, o Ministério dos Transportes garantiu que a Ponte irá passar por melhorias”, disse Giacobo.
A ponte
A Ponte Ayrton Senna tem extensão de 3,6 km, e acessos: 1,9 km (lado paranaense) e 0,9 km (lado sul-mato-grossense). Sua construção promoveu a integração das fronteiras agrícolas das regiões Norte e Centro-Oeste com a região Sul do país, que representam uma importante conexão estratégica em termos de logística e intermodalidade. Com ela foi possível a eliminação do ponto crítico de estrangulamento dessa ligação, pois a travessia era feita por balsas, um sistema lento, precário, de alto risco e que onerava sobremaneira o custo de transporte. Entre outros benefícios, foi possível reduzir em 50% estes custos. Essas novas fronteiras se implantaram a partir de uma produção agrícola do oeste e sudoeste do Estado do Paraná, que vem crescendo vigorosamente e contribuindo com 25% da produção nacional de grãos e exigindo do Estado um sistema de escoamento eficiente e econômico que atenda à demanda regional que cresce a cada ano.
A construção também facilitou o acesso de turistas à cidade fronteiriça de Salto del Guayrá, no Paraguai, incrementando o comércio nos dois lados da fronteira devido à maior e mais rápida circulação entre os dos países de veículos provenientes de sua maioria das regiões Sul e Sudeste.

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